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Pandemia fica sem controle e Amazonas já possui 111 casos confirmados de coronavírus

29 de março de 2020 at 09:19

Com informações do portal D24am

 Reprodução

O Amazonas já totaliza 111 casos confirmados pelo novo coronavírus (Covid-19), segundo os dados atualizados pela Fundação em Vigilância de Saúde do Estado (FVS-AM), na tarde do último sábado (28), durante coletiva on-line. Os dados foram repassados pela diretora presidente do órgão, Rosemary Pinto.

Entre esta sexta-feira (27) e sábado, 31 novos casos foram registrados. Dos 111 casos, 105 são de Manaus, dois de Parintins (sendo um óbito), dois em Manacapuru, um em Boca do Acre e um em Santo Antônio do Içá. Seis profissionais de saúde estão entre os casos confirmados.

A presidente da FVS-AM disse, ainda, que o Amazonas passou para o estágio de transmissão comunitária, onde não é mais possível detectar a origem da contaminação e reforçou o isolamento social na capital e no interior do Estado.

“Aumenta a nossa responsabilidade em permanecermos em casa. Precisamos evitar a circulação e aglomeração de pessoas nas nossas cidades, para que não tenhamos muitos casos simultâneos e isso cause uma superlotação nos hospitais. Insistimos na necessidade em permanecer em casa, maiores de 60 anos e que estejam no quadro de risco”, pontuou.

Rosemary também informou que ainda não há registros de profissionais da saúde, que contraíram o vírus devido ao exercício da função. Todos os que foram testados como positivos adquiriram o Covid-19 em viagens para o exterior e para outros estados do País.

Remo pretende ir à justiça caso Parazão seja encerrado e Paysandu declarado campeão

29 de março de 2020 at 09:14

Diário Online

Fábio Bentes ao lado do advogado do clube, Pietro Alves.

Fábio Bentes ao lado do advogado do clube, Pietro Alves. | Arquivo/ Diário do Pará

A pandemia do coronavírus assusta o mundo todo e deixa uma lacuna em campeonatos e competições esportivas. O futebol paraense, não muito diferente de todo o resto, está paralisado por tempo indeterminado. Neste universo de dúvidas e incertezas especula-se o cancelamento do Campeonato Paraense 2020, o que vem gerando conflitos de pensamentos entre as duas maiores agremiações estaduais. 

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Não se sabe o que virá pela frente. O Parazão foi paralisado na oitava rodada, com o Paysandu na liderança somando 19 pontos e o Remo em segundo lugar com 17. Especula-se o encerramento da competição, o que daria ao Papão o título de campeão. Mas, o burburinho não soou bem pelas bandas de Antônio Baena.  

O presidente do Remo, Fábio Bentes, disse ao DOL que até o momento a discussão sobre o assunto não se iniciou, e caso venha a se concretizar, medidas serão tomadas por parte da diretoria azulina. 

“Eu não vejo hoje um amparo legal de encerrar (Parazão) e declarar um campeão. Não há no regulamento qualquer previsão neste sentido. Se qualquer movimento nesse rumo fosse tomado, o Remo tomaria as providencias jurídicas, tanto na justiça desportiva quanto, se necessário, na justiça comum”, disse Bentes.

O mandatário azulino acrescenta ainda que não há conversas pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) sobre o assunto. “A CBF já disse, inclusive, que os Estaduais estão prestigiados e que ela (CBF) pretende terminar os estaduais. Não há nenhum movimento ou discussão nesse sentido na lá, deste encerramento antes da hora. Existem apenas alguns estados discutindo isso, mas aqui ainda não iniciou”, finalizou.

Preocupado com a situação financeira do clube, o presidente bicolor, Ricardo Gluck Paul acredita que não há uma outra solução a não ser encerrar os campeonatos estaduais, já que não há uma possível data de retomada. Sendo assim, o Paysandu seria o campeão deste ano.

Organizadores de carreata contrariam decreto estadual e são indiciados

29 de março de 2020 at 08:50

Agência Pará

Delegado-geral, Alberto Teixeira

Delegado-geral, Alberto Teixeira | Polícia Civil/Ascom

A Polícia Civil do Pará intimou, na manhã deste sábado (28), dois organizadores de uma carreata que seria realizada neste domingo (29), contrariando o decreto estadual que proíbe aglomerações em razão da quarentena de combate ao coronavírus. Ivan Thiago Serra Duarte e Francisco de Assis Costa prestaram depoimento e assinaram um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) no qual se comprometeram a não incorrer novamente nos crimes de Desobediência e Infração de Medida Sanitária Preventiva. 

“Estamos trabalhando para identificar e indiciar todos os envolvidos na organização deste evento que vai de encontro com a orientação da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Ministério da Saúde referentes às ações de isolamento para evitar a proliferação do novo coronavírus. Se o evento ocorrer, iremos identificar os participantes e indiciá-los na forma da Lei”, explicou o delegado-geral Alberto Teixeira. 

A medida adotada em todo o Estado visa combater a proliferação do coronavirus e dar cumprimento à Portaria 121/2020, da Diretoria de Polícia Administrativa (DPA) publicada no boletim interno da instituição, em cumprimento ao decreto estadual publicado no DOE 340.160, de 27 de março de 2020, o qual determina a suspensão do licenciamento e/ou autorização para eventos, reuniões, manifestações, carreatas, passeatas, de caráter público ou privado e de qualquer espécie.

A Portaria também suspende o licenciamento de trios elétricos, minitrios e carretinhas para participarem desses eventos e determina a fiscalização diária para o devido cumprimento

Polícia Civil do Pará intimou, na manhã deste sábado (28), dois organizadores de uma carreata que seria realizada neste domingo (29), contrariando o decreto estadual que proíbe aglomerações em razão da quarentena de combate ao coronavírus. Ivan Thiago Serra Duarte e Francisco de Assis Costa prestaram depoimento e assinaram um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) no qual se comprometeram a não incorrer novamente nos crimes de Desobediência e Infração de Medida Sanitária Preventiva. 

“Estamos trabalhando para identificar e indiciar todos os envolvidos na organização deste evento que vai de encontro com a orientação da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Ministério da Saúde referentes às ações de isolamento para evitar a proliferação do novo coronavírus. Se o evento ocorrer, iremos identificar os participantes e indiciá-los na forma da Lei”, explicou o delegado-geral Alberto Teixeira. 

A medida adotada em todo o Estado visa combater a proliferação do coronavirus e dar cumprimento à Portaria 121/2020, da Diretoria de Polícia Administrativa (DPA) publicada no boletim interno da instituição, em cumprimento ao decreto estadual publicado no DOE 340.160, de 27 de março de 2020, o qual determina a suspensão do licenciamento e/ou autorização para eventos, reuniões, manifestações, carreatas, passeatas, de caráter público ou privado e de qualquer espécie.

A Portaria também suspende o licenciamento de trios elétricos, minitrios e carretinhas para participarem desses eventos e determina a fiscalização diária para o devido

da presente determinação, a cargo da DPA, com apoio das Diretorias Operacionais.

A Polícia Civil ressalta que, até o momento, não houve nenhum pedido para a realização deste evento. E se caso seja oficializado, será indeferido já que também não há autorização da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade e nem da Superintendência de Mobilidade Urbana de Belém (SeMOB).

As pessoas que estiverem em desacordo com o decreto estadual poderão responder pelos crimes de associação criminosa, desobediência e infração de medida sanitária preventiva. 

Estrutura

A Seccional da Cremação será a base exclusiva para possíveis apresentações que possam ocorrer se o evento for realizado. Os policiais da Diretoria de Polícia Metropolitana (DPM) estarão concentrados na unidade policial. A força-tarefa contará com três delegados, quatro escrivães e terá o reforço de oito componentes da Coordenadoria de Recursos e Operações Especiais (CORE).

A Diretoria de Polícia do Interior (DPI) também adotará as mesmas providências, com equipes reforçadas e de prontidão nas unidades operacionais do interior do estado. Uma equipe da DPA estará a postos e contará com o apoio de um perito policial munido de decibelímetro. 

Maia diz que ajuda do governo para empresas pagarem salários é ‘tímida’ e ‘não vai resolver nada’

27 de março de 2020 at 16:52

Nesta sexta, governo anunciou crédito de R$ 40 bilhões, em dois meses, para ajudar empresários a honrar folhas de pagamento em meio à pandemia do coronavírus.

Por Fernanda Calgaro, G1 — Brasília

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse nesta sexta-feira (27) que a linha de crédito emergencial anunciada pelo governo para pequenas e médias empresas pagarem os salários por dois meses “não é ruim”, mas é “tímida” e “não vai resolver nada”. Segundo Maia, ainda faltam medidas voltadas para outros setores da sociedade.

O programa de crédito, divulgado mais cedo pelo presidente Jair Bolsonaro e pelo presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, vai disponibilizar no máximo R$ 20 bilhões por mês, num período de dois meses.

O objetivo é aliviar a pressão financeira sobre as empresas durante a crise gerada pela pandemia do novo coronavírus.

“Acho que essa [decisão] do financiamento, que eu não acho ruim, porque, pela informação que eu tenho, a taxa de captação é a mesma do empréstimo. [Tem] uma carência, um prazo para pagar, [e] a garantia majoritária do governo, ainda é tímida – 20 bilhões por mês – não vai resolver nada”, afirmou Maia a um grupo de empresários do grupo Lide, em evento realizado por videoconferência.

Governo anuncia crédito emergencial a pequenas e médias empresas

A linha de crédito anunciada é voltada para empresas com faturamento anual entre R$ 360 mil e R$ 10 milhões. Para Maia, o governo precisa pensar logo em medidas destinadas também a empresas que estão fora dessa faixa.

“Como é que faz com o resto? Porque tem empresas maiores, que também vão ter dificuldade. Tem microempresas que ficaram de fora”, afirmou.

Feito no Palácio do Planalto, o anúncio do pacote ocorre após o aumento da pressão sobre Bolsonaro para que adote medidas semelhantes às vistas em outros países para facilitar medidas como o isolamento recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para reduzir o crescimento no número de doentes pela Covid-19.

Bolsonaro tem dado declarações diminuindo os riscos do coronavírus e defendendo a redução das restrições ao movimento de pessoas e a volta ao trabalho devido aos prejuízos econômicos das medidas de isolamento.

Exemplo de fora

Maia citou o exemplo de outros países que apresentaram políticas para todos os setores da sociedade.

“O que o governo deveria fazer é o que os outros países estão fazendo, a Grã-Bretanha virou completamente há 15 dias a sua política. […] Os americanos fechando agora um pacote no Congresso de 2 trilhões de dólares com políticas focadas em todos os segmentos, incluindo os mais vulneráveis, no pagamento de salário, na renda mínima, olhando os setores da economia, capital de giro, específico para o setor aéreo, [que] justamente foi primeiro a ser atingido”, afirmou.

Maia cobrou ações do governo que, na avaliação dele, são “simples” e “óbvias” e poderiam contribuir para dar mais tranquilidade à população – como a extensão do prazo para entrega do imposto de renda, previsto para ir até o fim de abril.

“O governo não conseguiu até hoje, pelo menos eu não li até hoje ainda, adiar a entrega do Imposto de Renda, que é uma coisa simples. Muitos já entregaram, não tem nenhum grande impacto porque as pessoas já tem suas documentações, mas é um gesto, é uma sinalização que passa tranquilidade pras pessoas”, afirmou.

Questionado pelos empresários sobre o que achava do afrouxamento das medidas de restrição à circulação de pessoas nas cidades, o presidente da Câmara ponderou que, para isso, são necessárias ações que garantam a integridade especialmente das pessoas que estão no grupo de risco, como os idosos.

“É claro que todos querem reduzir o isolamento, mas a gente não pode ter uma onda de abertura de isolamento que gere uma segunda onda de aprofundamento maior da crise econômica e também uma tragédia maior, principalmente na perda de vidas pelo colapso do sistema de saúde”, observou.

Ele afirmou ainda que outros países que afrouxaram o isolamento, depois, precisaram retomar a medida com resultados piores.

“A Itália fechou, liberou e a tragédia veio. Então, os exemplos que nós temos no mundo é que começar fechando, depois liberar, o impacto é pior”, disse.

“Então, eu acho que nesse momento de crise é ruim um poder atropelar o outro. Porque, como é o Poder Executivo que organiza, executa, se tentar atropelar é ruim. Agora, é fato, como eu disse aqui, [são] decisões simples, óbvias que o governo já deveria ter tomado”, acrescentou.

Na avaliação dele, se essas ações estivessem organizadas em um pacote único, seria mais fácil para dar previsibilidade ao país e aos setores da economia e, assim, evitar os conflitos entre setores que devem a manutenção do isolamento e aqueles que pedem o seu afrouxamento.

“Se estiver tudo organizado, num pacote só, eu tenho certeza que esses conflitos mais cedo mais tarde não existiriam. Porque todos estariam minimamente organizados”, afirmou.

Consumidor deve ter atenção com pagamentos de boletos

27 de março de 2020 at 09:34

Alexandra Cavalcanti

Mensalidades de instituições de ensino que oferecem alternativas de aulas on-line devem ser pagas normalmente

Mensalidades de instituições de ensino que oferecem alternativas de aulas on-line devem ser pagas normalmente | Divulgação/MCTIC

Com a chegada da pandemia causada pelo novo coronavírus no Brasil, muitos serviços precisaram ser suspensos, principalmente para evitar a aglomeração de pessoas – situação que aumenta o risco da proliferação do vírus causador da doença. Escolas, faculdades, academias, cursos de idiomas, escolinhas de futebol, entre outros, estão nesse rol. A questão agora é como deve ficar o pagamento desses serviços. Podem ou não ser suspensos? E no caso de outros serviços essenciais, como de energia elétrica e fornecimento de água, que tiveram os cortes suspensos, como ficam os pagamentos?

Saiba como fica o atendimento em vários serviços no Pará

De acordo com o membro da Comissão de Defesa dos Direitos do Consumidor da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-PA), Antônio Gama, cada situação precisa ser analisada com bastante calma. “Primeiramente porque estamos diante de um fato atípico, em que nem sempre as relações jurídicas serão analisadas como antes, como se estivéssemos num momento ordinário. As relações de serviço têm que ser analisadas de acordo com a situação econômica e social do momento, já que o Governo Federal lançou o estado de calamidade pública”, ressalta.

Especificamente, no caso das escolas e faculdades, em que o Ministério da Educação autorizou que os ensinos obrigatórios sejam feitos a distância, segundo o especialista, é preciso analisar essa questão sob duas óticas. “Temos uma primeira situação em que as escolas e faculdades estão ofertando esse ensino a distância, de forma on-line, ou seja, se comprometendo a repor esse período sem aulas com a suspensão das férias, entre outros, ou seja, estão cumprindo os critérios mínimos exigidos. Nesse caso, é muito perigoso cortar os pagamentos das mensalidades, porque esses estabelecimentos estão procurando uma forma de atender o consumidor”, afirma.

Já em uma segunda situação, em que não esteja sendo apresentada pelo estabelecimento de ensino uma alternativa aos dias sem aulas, a situação é outra. “Nesse caso, sim, é possível rever os contratos, que estão pautados pelos princípios da boa fé e autonomia das partes, especialmente nesse momento. Nessa situação, em que não está sendo oferecida uma alternativa, é possível suprimir essa prestação de serviço, primeiramente por meio de uma conversa. E caso não se resolva, deve-se procurar o Procon, ou Defensoria Pública ou mesmo um advogado que entre com medidas cabíveis nessa situação. Mas pelo momento em que estamos passando, é melhor evitar esperar por medidas jurídicas. O ideal é investir em uma conversar”, afirma Antônio Gama.

OUTROS CASOS

No caso de academias de ginásticas, curso de idiomas, escolinhas de futebol, de música e outras da mesma natureza, o consumidor precisa fazer uma análise criteriosa. “Deve observar a natureza do serviço, se existe a dependência da continuidade, que precisa ser cumprido por um período, por exemplo, um ano letivo, como no caso das escolas e faculdades, devem ser oferecidas alternativas. Caso não haja a dependência de continuidade e possa suspender por um semestre a atividade, se quiser, é possível sim fazer isso”, afirma. “No caso de academias que dispõem de planos semestrais, anuais, eles também podem ser negociados. Deve-se suspender no momento e depois, quando essa situação passar, voltar, ou então se oferecer alternativas como atividades on-line”, completa o especialista. “No momento, o que tenho percebido é que todos estão abertos para a conversa, querendo facilitar esse diálogo,

 porque isso também é de interesse desses estabelecimentos”, completa.

SERVIÇOS ESSENCIAIS

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) suspendeu no último dia 24 os cortes no fornecimento de energia elétrica, motivados por falta de pagamento. A medida tem validade por 90 dias, mas pode ser modificada, já que foi adotada por causa da crise provocada pela pandemia do coronavírus. A medida vale para todas as residências urbanas e rurais e para os serviços considerados essenciais, como hospitais.

Mesmo assim, Antônio Gama faz um alerta. “O que está suspenso é o corte e não o pagamento”, afirma. Ou seja, as pessoas devem continuar a fazer o pagamento de suas contas de energia normalmente. “Não pode haver apenas o corte e àquela cobrança, em que as empresas ficam ligando para a casa das pessoas”, esclarece.

ÁGUA

O mesmo vale, segundo o advogado, para o fornecimento de água. De acordo com determinação do governador do Pará, Helder Barbalho, no último dia 20, a interrupção de serviço de abastecimento de água por atraso no pagamento foi proibida por 30 dias no Estado. “Também nesse caso, o que está suspenso é o corte do serviço e não o pagamento”, afirma.

O próprio presidente da Cosanpa, José Antonio De Angelis, em entrevista na ocasião, fez questão de esclarecer essa questão. “O governador deixou claro que essa medida não significa anistia do pagamento por 30 dias, mas sim uma suspensão provisória do corte, que irá voltar assim que a situação normalizar no país”, disse.

FINANCIAMENTOS

No caso de outros pagamentos, como o de financiamentos de imóveis pela Caixa, o advogado explica que é possível fazer uma pausa de dois meses nos pagamentos. “Também nesse caso, não é que o consumidor vai deixar de pagar, ele tem a alternativa de pausar o pagamento por até dois meses. Por exemplo, se o contrato dele venceria em dezembro de 2020, ele poderá pausar por dois meses e, nesse caso, o contrato se encerraria em fevereiro de 2021, sendo que nesses últimos dois meses não deve se incidir encargos e multas por atraso, porque houve uma pausa”, detalha.

Mas antes de pausar a cobrança, o consumidor precisa procurar a Caixa, o que pode ser feito até por meio de aplicativo, para informar o seu desejo de pausar a dívida por dois meses. Portanto, não deve, em hipótese alguma, simplesmente deixar de pagar por dois meses.

Agência Brasil

Clima de verão: Sol começa a dominar o clima paraense

27 de março de 2020 at 09:27

Redação

DOL

A cidade de Belém tem registrado altas temperaturas e muito sol

 A cidade de Belém tem registrado altas temperaturas e muito sol | EBC/Arquivo

Os dias e noites seguidos de muita chuva já deram uma trégua na capital paraense e, aos poucos, o sol começa aparecer com intensidade. É dessa forma que devem permanecer os dias que faltam para se encerrar março. Já em abril, as chuvas continuam com menos intensidade também. A informação é do Instituto Nacional de Meteorologia no Pará (Inmet/PA). De acordo com o diretor do Instituto no Pará, José Raimundo Abreu, desde que se iniciou a contagem da média histórica feita pelo Inmet, não havia sido registrado um mês de março tão chuvoso como o atual. “No mês anterior fizemos um prognóstico de que março seria um período muito chuvoso. Mas não nessa dimensão que observamos”, explica.

Isso porque, de acordo com José Raimundo, somente os primeiros 15 dias do mês acabaram superando a média prevista para os 30 dias. “Foram 694 milímetros apenas nos primeiros 15 dias, que já superaram a média histórica para o período que é de 450,3 mm”, ressalta.

Desde o dia 21 deste mês, o sol começou a aparecer com um pouco mais de frequência. “Isso porque saímos do verão, e isso significa menos radiação para o Oceano Atlântico, que possivelmente tenham levado a esses fenômenos meteorológicos que causaram essas chuvas, que agora vão enfraquecer”, garante. Para abril, as previsões para quem prefere dias de sol são mais animadoras. “Haverá uma diminuição das chuvas, porque a Zona de Convergência Intertropical já se deslocou junto com o movimento do sol, e isso quer dizer que, deixam de ter aquelas chuvas que ficam o dia ou a noite toda”, explica.

O especialista frisa, no entanto que as chuvas ainda ocorrerão. As marés altas também tendem a diminuir a partir do próximo mês. “Elas estarão de 20 a 30 centímetros menores do que estiveram este mês, além disso, não devem mais coincidir com as chuvas intensas”, afirma José Raimundo.

Cartilha mostra como deve ser o sexo e a masturbação durante a quarentena

25 de março de 2020 at 14:37

Com informações do portal Extra

Reprodução

departamento de Saúde da prefeitura de Nova York lançou no último sábado (21), uma espécie de cartilha que orienta os 19 milhões de moradores da maior cidade dos EUA sobre questões sexuais durante a quarentena por conta do coronavírus.

O documento, de duas páginas, pede que os moradores evitem orgias e pratiquem a masturbação: “Você é o seu mais seguro parceiro sexual”.

“A masturbação não vai espalhar a Covid-19, especialmente se você lavar as suas mãos (e brinquedos sexuais) com água e sabão durante 20 segundos antes da atividade sexual”, acrescenta a recomendação pública.

A “cartilha” recomenda, ainda, que os nova-iorquinos apelem aos recursos eletrônicos, como contato por vídeo, para ter “intimidade” a distância com os parceiros.

O documento ressaltou, entretanto, que o coronavírus ainda não foi encontrado no sêmen e nos fluidos vaginais de nenhum paciente infectado.

Caiado diz que rompeu com o governo; ‘Não tem mais diálogo com esse homem’

25 de março de 2020 at 14:28
TOPO

Por Natuza Nery

Comentarista de política e economia da GloboNews e da CBN

Governador de Goiás foi o responsável pela indicação de Luiz Henrique Mandetta para o Ministério da Saúde. Os dois são médicos formados pela mesma universidade.

governador de Goiás, Ronaldo Caiado, disse que não tem mais diálogo com o governo do presidente Jair Bolsonaro. “Não tem mais diálogo com esse homem. As coisas têm que ter um ponto final”, afirmou Caiado.

Caiado foi o responsável pela indicação de Luiz Henrique Mandetta para o Ministério da Saúde. Os dois são médicos formados pela mesma universidade. Caiado costuma brincar que Mandetta é seu calouro.

Ao blog, Caiado afirmou que falou por videoconferência com Bolsonaro, na manhã desta terça-feira (24), em um clima excelente. Segundo Caiado, em nenhuma momento a conversa sobre a crise causada pela pandemia do novo coronavírus foi para o caminho de isolamento vertical e de exagero dos governadores.

À noite, Caiado disse que foi surpreendido com o alerta de um assessor sobre o teor do pronunciamento de Bolsonaro em rede nacional, completamente na contramão do que havia sido o tom da conversa horas antes, pela manhã.

No pronunciamento, fortemente criticado por políticos e entidades médicas, Bolsonaro voltou a minimizar a crise do novo coronavírus e deu declarações contrárias ao que autoridades de saúde têm alertado.

Caiado disse ao blog que as recomendações do presidente não alcançarão o estado de Goiás e, se for preciso, recorrerá ao Supremo e ao Congresso Nacional.

O governador de Goiás afirma que está tomando decisões baseado em ciência, em especialistas e no que diz a Organização Mundial de Saúde (OMS). E afirma que não vai adotar as determinações do presidente Bolsonaro. “Vai prevalecer o que eu determinei. As ações [de Bolsonaro] não vão alcançar o estado de Goiás”.


Helder reduz ICMS para álcool em gel, luvas, máscaras e cestas básicas. Confira outras medidas

24 de março de 2020 at 05:50

Fernanda Palheta

DOL

Segundo o governador, redução chegou ao limite permitido pelo Estado e diminuir os preços que estão em alta no mercado.

 Segundo o governador, redução chegou ao limite permitido pelo Estado e diminuir os preços que estão em alta no mercado. | Reprodução

urante uma videoconferência realizada na noite desta segunda-feira (23), o governador Helder Barbalho anunciou que assinou um decreto para reduzir o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) de 17% para 3% dos itens da cesta básica, do álcool em gel, do álcool 70º, além de luvas e máscaras.

“Eu tentei convencer todos os estados do Brasil para isentar, mas para isso precisava de unanimidade. Como não houve, o Governo do Estado não pode zerar porque sofre sanção do Ministério da Economia. Por isso, reduzimos ao nosso limite, que já é uma oportunidade para diminuir os preços que estão em alta no mercado”, esclareceu.

SAÚDE

O boletim da Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa) também foi atualizado. O Pará permanece com 5 casos confirmados, 206 em análise e 169 descartados.

Saúde pública do Pará tem reforço superior a R$ 25 milhões para combate ao novo Coronavírus

A ampliação de leitos e entrega de hospitais também foi pauta da videoconferência. Helder afirmou que, em até 60 dias, deve entregar o Hospital de Itaituba (oeste paraense), o Castelo dos Sonhos, em Altamira (sudeste paraense), e a primeira etapa de construção do Hospital Regional de Castanhal (nordeste paraense). Foi informado também que, no prazo de até 70 dias, serão entregues mais 100 leitos no Hospital Regional Dr. Abelardo Santos, em Icoaraci, e mais 30 leitos com a ampliação do anexo do Hospital Ophir Loyola (HOL).

ECONOMIA

O estado do Pará deve perder 2,5 bilhões de reais entre abril e setembro desse ano devido às medidas de combate ao Covid-19. A previsão foi anunciada durante a videoconferência da noite de hoje. Uma das ações para minimizar os impactos da isolação social e da quarentena é a linha de crédito “Programa Esperança” do Banpará, que começa a valer a partir de amanhã, 24 de março.

Pequenos negócios podem superar isolamento social

Em videoconferência com Bolsonaro, Helder defende pacote específico para estados que estão com as contas em dia

Os recursos do Fundo vão fornecer apoio emergencial e fortalecimento da economia, com a disponibilização de 100 milhões de reais para micro e pequenas empresas, empreendedores individuais e pessoas físicas (CPF). O valor fica limitado a R$ 15 mil, tem 0,2% de juros ao mês, além de 90 dias de carência e um prazo de 36 meses para quitá-lo.

TRANSPORTE INTERESTADUAL

O governador reforçou também que as divisas do Estado para pessoas, por via marítima e terrestre, continuam fechadas. Ou seja, não está sendo permitido o transporte interestadual de passageiros em coletivos ou embarcações. Helder, entretanto, esclareceu que, apesar da medida, caminhoneiros não estão proibidos de continuarem seus trabalhos com os abastecimentos nas Centrais porque não se trata de um fechamento de fronteiras, mas de uma interrupção do transporte coletivo.

“Os caminhoneiros podem trazer os produtos para o estado do Pará. Apenas sigam as orientações sanitárias. Se estiverem com qualquer sintoma, procurem uma unidade de saúde, informem-se para evitar a transmissão do vírus no nosso Estado”, orientou.

PM fecha feira e lojas no Paar para evitar aglomerações

Helder aproveitou também para esclarecer a história de que esses trabalhadores estariam sendo impossibilitados de se alimentarem devido a suspensão temporária de consumo local nos restaurantes. “Você pode parar em um posto de gasolina ou em um restaurante, apenas não coma nesses espaços. Nós fechamos a operação no salão desses estabelecimentos. A cozinha continua aberta. A pessoa tem a opção de retirar o alimento no local ou de solicitar a entrega”, explicou.

TREM DA VALE – A proibição da entrada de um trem com passageiros da mineradora Vale também foi lembrada pelo governador. O trem voltou para São Luís, no Maranhão, após ficar retido em Açailândia (MA). “Nós não vamos permitir esse tipo de migração, que desrespeita uma determinação do Governo do Pará para evitar que os casos de Covid-19 ampliem. A ferrovia continuará operando para minério, não podemos parar essa operação”, ressaltou.

Governo Bolsonaro tem aprovação de 25% e reprovação de 48% na cidade de São Paulo, diz Ibope

23 de março de 2020 at 14:38

Dos entrevistados, 9% avaliam a gestão como ótima e 16%, como boa. Ruim é péssima são as avaliações de 8% e 40% dos entrevistados, respectivamente. O levantamento foi contratado pela Associação Comercial de São Paulo.

Por G1 SP — São Paulo

Pesquisa Ibope divulgada nesta segunda-feira (23) mostra que 25% da população da cidade de São Paulo aprovam a gestão do presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido); enquanto 48% consideram o atual governo como péssimo e ruim.

O levantamento mostra os seguintes percentuais de avaliação sobre a gestão do presidente eleito em 2018:

  • Ótima: 9%;
  • Boa: 16%;
  • Regular: 26%;
  • Ruim: 8%;
  • Péssima: 40%;
  • Não sabe/não respondeu: 1%
O presidente da República, Jair Bolsonaro, tem avaliação como péssima e ruim de 48% dos cidadãos de SP — Foto: Reprodução/GloboNews

O presidente da República, Jair Bolsonaro, tem avaliação como péssima e ruim de 48% dos cidadãos de SP — Foto: Reprodução/GloboNews

A pesquisa ouviu 1.001 eleitores de 16 anos ou mais entre os dias 17 e 19 de março. O levantamento foi contratado pela Associação Comercial de São Paulo. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%.

A pesquisa foi feita durante os primeiros dias da pandemia de coronavírus no país, quando ainda não havia sido determinada a quarentena forçada na cidade e no estado de São Paulo, com a obrigação de fechamento do comércio e de serviços não essenciais.

A cidade de São Paulo registrava, na manhã desta segunda-feira (23), 22 mortes pela Covid-19, a doença causada pelo novo coronavírus. Além de São Paulo, o Rio de Janeiro registrou três mortes, totalizando 25 óbitos no país, segundo dados do governo divulgados até às 16h deste domingo.